quarta-feira, 12 de março de 2008
A sempre problemática DROGA.
Fonte: MS&L Andreoli
Em pleno início de ano letivo, alunos, professores, funcionários, pais e parentes notaram a polêmica “decoração” das unidades da Instituição Mackenzie em São Paulo e Tamboré: são peças, adesivos e painéis da campanha antidrogas criadas pela Publicis. Espelhos dos banheiros deformam o rosto de quem se vê, propagando: “Quem abusa das drogas e do álcool fica irreconhecível”. Adesivos de lixeiras pontuam: “É isso que existe na cabeça de quem usa drogas”. No chão, mais adesivos simulam um abismo e afirmam que as drogas são o fim da linha. Simultaneamente, cartazes e painéis rasgados ao meio com a foto de casais e de turmas de amigos atestam que o abuso de álcool separa as pessoas dos melhores momentos de sua vida. A agência realizou a ação em parceria com o projeto Mack-Vida, um programa de auxílio às iniciativas antidrogas criado pela chancelaria da universidade e coordenado pela Capelaria Universitária. O projeto desenvolve, juntamente com a Faculdade de Psicologia/UPM, o programa “Qualidade de vida do estudante”, que orienta e previne os alunos em relação ao uso e abuso do álcool e outras drogas, além de oferecer aos freqüentadores da instituição um espaço para tratar de assuntos relacionados a esse gênero de problema.“A campanha é mais uma ação de cunho social que a Publicis desenvolve para a Mackenzie”, assevera Guilherme Jahara, vice-presidente de criação da Publicis, em comunicado enviado ao PortaldaPropaganda.com.“A parceria Mackenzie-Publicis é muito produtiva no que diz respeito às iniciativas responsáveis. Comunica e incentiva o esporte, a preservação do meio ambiente e alerta para os diversos problemas sócio-ambientais do País, como o analfabetismo e as drogas”, acrescenta Mônica Borja, gerente de comunicação do Mackenzie. “E ainda ganha Leão de Ouro em Cannes”, conclui.
Sob direção de criação de Jahara, as peças são assinadas por ele e pela equipe composta por Antonio Nogueira, Daniel Leitão, Marcelo Sato, Mauricio Mori e Murilo Melo. A exposição das mensagens terá duração de três meses.
É o assunto que não cala nessa última semana. Seja no jornal, revistas, aula, etc... etc. O que vejo é que o problema todo, além das drogas, é o fato da peça da lixeira. Estas foram feitas com fotos gigantes de rostos, que ao serem jogados os dejetos vão diretamente para dentro da "cabeça" da lixeira, neste caso da cabeça de quem usa drogas. Essa é a mensagem que vem com a peça: “É isso que existe na cabeça de quem usa drogas”.
Opinião própria: Não deixa de tá certo. Quem consome drogas só pode ter lixo no lugar de neurônios, sem contar que cientificamente é apontado que quem usa drogas perde parte deles. Achei muito boa a campanha! Les doy gracias!!!
sábado, 1 de março de 2008
FUERTE, NO?
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